Esperança dos sonhos

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É muito fácil sonhar. E é de graça! Basta se sentar sob uma árvore, olhar as estrelas, ou caminhar pela praia. Os sonhos aparecem livremente. Jorram diante da imaginação. Sonha-se com uma casa maior. Um carro do ano. Uma viagem inesquecível. As possibilidades são infinitas, e brotam do mundo das ideias o tempo inteiro.

Só que existe um porém que barra a maior parte dos sonhos. Na vida real, os sonhos precisam ser possíveis. Mesmo que se tenha a consciência de que não se realizarão hoje ou manhã, os sonhos só conseguem sobreviver quando prevalece a esperança. Quando não há esperança, ou ao menos otimismo, eles ficam fadados ao trágico destino do descaso. Deixa-se pra lá, e pronto. Não seria possível mesmo!

É triste quando um sonho morre. E mais lamentável ainda é perceber que as pessoas até já se acostumaram a deixar de lado os seus planos. Será que é tão difícil assim dar asas a tal da imaginação, e se permitir simplesmente acreditar no que, no momento, é impossível?

(Adam Lambert – Runnin)

Puro descaso

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As pessoas reclamam muito. Quase que o tempo inteiro. Se possuem isso, querem aquilo. Se têm aquilo, preferem outra coisa. Nunca estão felizes. Sempre querem mais e desejam o diferente só que se acovardam na hora de tomar providências. Querem que as suas vidas sigam por novos rumos, quando elas mesmas se negam a mudar.

É fácil se acostumar com a rotina. É cômodo viver sempre do mesmo jeito. Mas, se o objetivo é “fazer o diferente”, os velhos hábitos precisam ser jogados fora. Os resultados precisam de novidades para se fazerem presentes.

É preciso correr riscos. O “novo” só acontece quando se sai da zona de conforto. Resistir às mudanças é aceitável. Faz parte do medo impregnado em todo ser humano. Mas, desistir dos objetivos sem nem mesmo tentar, é abandono. Puro descaso com os próprios sonhos.

(Taylor Swift Feat. Colbie Caillat – Breathe)

Felicidade e sacrifício

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É bonito ver os sonhos realizados. É emocionante quando presenciamos pessoas que conseguiriam o inimaginável e fizeram dos seus objetivos uma meta concretizada. Algumas pessoas dizem “Parabéns, você conseguiu!”, e outras te perguntam “Como? Onde? Como eu faço o mesmo?”. O que ninguém enxerga é que por trás das realizações existem incontáveis sacrifícios.

Quando um sonho se torna real parece que todo mundo se esquece de como é difícil conquistar certas metas que estipulamos para nós mesmos. As pessoas enxergam o resultado final, mas esquecem que existem barreiras que precisam ser quebradas, e vitórias que necessitam ser conquistadas antes da realização do mais simples dos sonhos.

Quando se vê uma bailarina sorrindo ao dançar ninguém se dá conta de que a sua felicidade é proporcional ao seu sacrifício. Imagine as dores nos pés, as horas de ensaio, as noites mal dormidas… Igualmente, ninguém percebe que um corpo em forma é resultado da nada-fácil renúncia contra a gula, e de horas e mais horas acumuladas de exercícios.

Muitas pessoas enxergam a superfície dos sonhos, mas poucas se aprofundam no caminho traçado pela força que motiva uma realização. A realidade aparente se mostra aos olhos, mas e a realidade que se esconde? Quais são os corações que desejam enxergar?

(AlunaGeorge – You know you like it)

Entrega total?

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Vale a pena se doar inteiramente a uma pessoa? É possível que a entrega gratuita e fraterna precise ser moderada para que a própria individualidade não seja deixada de lado?

O ato de colocar as necessidades dos outros acima dos nossos próprios sonhos parece nobre e sinônimo de uma bondade extrema. Mas, hoje especialmente, não sei dizer se esta não é uma atitude que não deva ser ponderada. Sinto que não parece certo se abandonar em pró do outro, mesmo que este objetivo seja nobre e verdadeiro.

Se nos entregarmos a ponto de sentirmos falta de nós mesmos, quem vamos ser no final de tudo? Onde estarão os nossos próprios sonhos e desejos?

(Pacific Air – Move)

Estrelas de sonhos

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Dizia Van Gogh: “Não tenho certeza de nada, mas a visão das estrelas me faz sonhar.”. Poderiam existir palavras mais bonitas? Ao menos eu não conheço ninguém que não aviste estrelas e não pare, por um segundo que seja, para sonhar os próprios sonhos.

As estrelas tem este “que” de encanto. Elas nos fazem largar tudo para simplesmente olhar para o alto. É como se elas brilhassem com o objetivo de nos lembrar que sonhos são a parte essencial da vida.

Nem sei dizer quantos foram os pedidos que já fiz às estrelas. Quando era pequena alguém me disse não é necessário esperarmos as estrelas cadentes para clamarmos para que os nossos sonhos se realizem. Segundo o autor desconhecido (“desconhecido” não porque ele não tem um nome, mas porque isso faz tanto tempo que eu realmente não me recordo de quem me tenha dito tais palavras), toda primeira estrela que avistamos no céu de cada noite tem o poder de realizar um desejo. Acho que desde então, não teve uma noite sequer que, ao avistar a primeira estrela, não fiz um pedido de coração.

Não é comprovado por meios científicos que as estrelas realizam insistentes desejos. Mas, esta é uma das coisas que eu gosto de acreditar. Para mim, as estrelas brilham porque são mágicas, e surgem no céu com o feliz propósito de levar esperança para as noites escuras que precisam se lembrar de sonhar.

(Ne-Yo – Not Anymore)

Eu não vou desistir

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Sabe aquele seu antigo sonho que, mesmo que às vezes esquecido, você guarda com carinho dentro do coração? É aquele mesmo, o não realizado que você pode jurar que jamais vai se concretizar, mas que no fundo, lá na sua essência, você mantem a esperança de que um dia se torne real? Este sonho é a razão do título “Eu não vou desistir”.

Guardo o meu sonho, aquele não realizado, dentro de mim com carinho e respeito. Consigo entender que existe a forte possibilidade de ele jamais vir para a minha realidade nesta vida, e entendo que talvez ele sequer seja cabível de ser realizado no mundo no qual vivemos, mas isso não me impede de acreditar nele, e continuar seguindo meu caminho dia após dia não desistindo de acreditar.

Acreditar no meu sonho faz com que eu tenha motivação para acordar todos os dias de manhã dizendo “bom dia” ao dia. Ter fé nele me motiva a viver, e a buscar em cada mísera experiência uma possibilidade de proeminente realização. Então, não preciso dizer, mas repito “Eu não vou desistir” do meu sonho, porque ele faz do os meus olhos brilharem, porque ele é o que eu busco e, sobretudo, porque ele, mesmo ainda não sendo real, faz de mim uma pessoa melhor simplesmente por ter algo em que acreditar.

(Jazon Mraz – I won’t give up)