Saudade crescente

Dizem que só sentimos saudades daquilo que já possuímos um dia e, no presente, não temos mais. Faz todo o sentido, claro… E hoje, mais do que nunca, entendo o motivo.

Pode parecer um sofrimento por precipitação, e o é de verdade, mas já estou sentindo a agonia da saudade antes mesmo de viver a falta da minha família e da minha rotina de solteira. Já sinto falta das conversas sobre tudo e sobre nada com minha mãe, das brincadeiras com meus irmãos e até das reclamações do meu pai. Estou sentindo falta da vida que levo, apesar de ainda vivê-la no meu cotidiano.

Em pouco menos de um mês a minha vida vai mudar completamente. Não será uma mudança ruim, logicamente. Mas, será diferente… E, para alguém como, até as mudanças positivas trazem o sofrimento da adaptação.

Sinto falta de tudo, de todos, de cada minuto compartilhado com as pessoas que mais me conhecem neste mundo. Sei que esta saudade ainda aumentará muito mais, por isso desde já escrevo sobre ela com a única esperança de acalentar uma dorzinha crescente que invade meu peito… Mas, vai passar… Espero que um dia passe…

(Randy Edelman – The slea head cliffs)

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2 comentários em “Saudade crescente

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